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Se a conexão de internet da sua empresa e/ou faculdade vive caindo com as atualizações constantes das distribuições Ubuntu, lançadas de 6 em 6 meses, o apt-proxy é a solução ideal para montar um servidor capaz de baixar os arquivos e disponibilizá-los via rede local para vários clientes. Se um arquivo não estiver nesse cache local, o aplicativo apt-proxy baixa-o automaticamente. Ele mantém os arquivos por um tempo definido e depois apaga-os para liberar espaço. O primeiro passo da instalação é baixar o apt-proxy. Execute o comando como root: # apt-get install apt-proxy O próximo passo é especificar algumas informações no arquivo de configuração. Abra o arquivo de configuração /etc/apt-proxy/apt-proxy-v2.conf com seu editor preferido. Os parâmetros mais importantes são: 1) IP e porta que serão utilizados na rede local ;; IP da rede local do servidor address = 192.168.1.10 ;; Porta port = 9999 2) Diretório onde os arquivos serão armazenados ;; Diretório de cache cache_dir = /var/cache/apt-proxy 3) Por quanto tempo ele manterá os arquivos baixados ;; Frequência de verificação cleanup_freq = 1d ;;Tempo máximo de permanência dos arquivos max_age = 120d ;; Número máximo de versões de um mesmo pacote armazenadas max_versions = 3 4) Quais repositórios serão utilizados ;; Servidores de backend, em ordem de procedência [ubuntu] ;; Ubuntu archive backends = http://archive.ubuntu.com/ubuntu http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu min_refresh_delay = 15m [ubuntu-security] ;; Ubuntu security updates backends = http://security.ubuntu.com/ubuntu min_refresh_delay = 1m Nos clientes, adicione o repositório: deb http://192.168.1.10:9999/ubuntu jaunty main restricted deb-src http://192.168.1.10:9999/ubuntu jaunty-security main Agora é só fazer as atualizações normalmente, em todas as máquinas. Para acompanhar os arquivos do servidor, veja o diretório /var/cache/apt-proxy/ubuntu/pool/. Ao abrir o VMWare Server a primeira tela que teremos é a tela de conexão, caso a maquina virtual esteja em um maquina da rede clique em Remote Host e digite as informações de conexão e caso a maquina virtual esteja na maquina em que o VMWare está instalado selecione Local Host e clique em Connect(Fig. 5.2.1) Fig. 5.2.1 – Tela de Login do VMWare Server Após ser feita a conexão para criar uma maquina virtual clique em Create a New Virtual Machine (Fig. 5.2.2) Fig. 5.2.2 – Tela Inicial do VMWare Server Após clicarmos em Create a New Virtual Machine (Fig. 5.2.2) o VMWare carregara o modulo de criação de Maquinas Virtuais onde podemos escolher entre a opção TYPICAL que configura boa parte da máquina virtual automaticamente e a opção CUSTOM que é mais detalhada, nesse caso vamos escolher a opção CUSTOM e clicar em NEXT (Fig. 5.2.3). Fig. 5.2.3 – Escolha do tipo de configuração da máquina virtual Agora vamos escolher qual o tipo de sistema operacional para instalar na nossa máquina virtual, para isso temos várias opções que são: Microsoft Windows, Linux, Novell Netware, Sun Solaris e Other. Escolha o sistema operacional compatível e após escolha em VERSION a versão que seja mais aproximada do sistema que irá ser instalado (Fig. 5.2.4) Fig. 5.2.4 – Escolha do Tipo do Sistema Operacional Após escolher o sistema operacional é hora de darmos o nome para a máquina virtual em NAME e escolher onde serão salvos os arquivos de configuração da mesma em LOCATION (Fig. 5.2.5), após ter feito isso clique em NEXT. Fig. 5.2.5 – Nome e Localização Agora, devemos escolher quantos processadores queremos emular no VMWare, o número de processadores que aparecera ira depender de quantos processadores há no seu computador, depois de escolher a opção que é mais lhe agrada clique em NEXT (Fig. 5.2.6) Fig. 5.2.6 – Escolha do número de processadores Agora devemos escolher se a maquina virtual devera ser privada ou não, caso queira deixar ela privada deixe a caixa de seleção Make this virtual machine private marcada e clique em NEXT, caso não queira desmarque-a e clique em NEXT. (Fig. 5.2.7) Fig. 5.2.7 – Direito de Acesso No próximo passo devemos configurar a quantidade de memória RAM que queremos utilizar no VMWare, para isso basta colocar apenas a quantidade de memória desejada (Fig. 5.2.8), recomenda-se que o valor não ultrapasse a 75% da quantidade de memória RAM instalada. Fig. 5.2.8 – Memória Em Network Connection devemos escolher qual será o modo de acesso a rede, temos nessa guia 4 opções que são Use bridged networking, Use network address translation, Use host-only networking e Do not use a networking connection (sem rede), escolha a opção que mais lhe convenha e clique em NEXT (Fig. 5.2.9) Fig. 5.2.9 – Conexão de Rede Neste passo iremos escolher o tipo de adaptador para o disco rígido virtual, escolha a opção padrão BusLogic e depois clique em NEXT (Fig. 5.2.10) Fig. 5.2.10 – Tipo de Adaptador de I/O Em DISK temos a opção de criar um novo disco virtual em Create a New Virtual Disk, ou utilizar um disco virtual já criado na maquina utilizando a opção Use an existing virtual disk e temos também a opção de usar diretamente o disco físico escolhendo a opção Use Physical disk, essa ultima opção é recomendada apenas para usuários avançados, pois pode causar danos permanentes aos dados caso seja mal utilizado/configurado. Escolha a opção Create a new virtual disk e clique em NEXT (Fig. 5.2.11) Fig. 5.2.11 – Disco Agora iremos escolher qual o tipo de disco virtual que será criado, podemos escolher o disco virtual como IDE ou SCSI, escolha SCSI e clique em NEXT (Fig. 5.2.12) Fig. 5.2.12 – Tipo de Disco Virtual Em Disk Size devemos escolher qual será o espaço do disco virtual a ser criado em Disk Size (GB), caso queira que o VMWare deixe reservado no disco físico a quantidade do disco virtual que foi configurado deixe selecionado a caixa de seleção Allocate all disk space now e caso queira que ele aloque de acordo com a utilização da maquina virtual não selecione-o (o VMWare irá alocar como tamanho máximo de dados o valor configurado em disk size). Ao selecionar Split disk into 2GB files, o VMWare irá dividir os arquivos do disco virtual em unidades de 2GB e caso não seja selecionado ele não ira dividir o arquivo do disco virtual, escolha as opções que você desejar e clique em NEXT (Fig. 5.2.13) Fig. 5.2.13 – Tamanho de Disco Em Disk File escolha o local e o nome para o disco virtual e clique em Finish (Fig. 5.2.14) Fig. 5.2.14 – Caminho para criação do disco virtual Após ter criado a maquina virtual para fazê-la funcionar basta apenas selecionar ela em Inventory e clicar no botão Power On, caso queira mudar alguma configuração da maquina virtual ou adicionar algum novo dispositivo cliquem em Edit virtual settings (Fig. 5.2.15) Fig. 5.2.15 – VMWare Server Console Ao clicarmos em Edit virtual machine settings, a tela Virtual Machine Settings irá ser carregada e poderemos em MEMORY (Fig. 5.2.16) alterar a quantidade de memória RAM da maquina virtual, em HARD DISK (Fig. 5.2.17) podemos desfragmentar o disco em DEFRAGMENT e mudar algumas configurações em ADVANCED. Fig. 5.2.16 - Memória Fig. 5.2.17 – Disco Rígido Na guia CD-ROM podemos configurar em Use a physical drive um drive de CD ou DVD para inicializar juntamente com a máquina virtual ou então uma imagem ISO em Use ISO image (Fig 5.2.18) Fig. 5.2.18 – CD-ROM Na guia FLOPPY configura-se um drive físico de disquete para inicializar junto com a máquina virtual escolhendo a opção Use a physical drive ou então uma imagem de disquete selecionando Use a floppy image (Fig. 5.2.19) Fig. 5.2.19 – Disquete Na guia Ethernet podemos configurar o tipo da conexão de rede em Network Connection (Fig. 5.2.20) Fig. 5.2.20 – Ethernet Na guia MOUSE podemos configurar o modelo do mouse utilizado em Host mouse type (Fig. 5.2.21) Fig. 5.2.21 – Mouse Na guia PROCESSORS pode-se alterar a quantidade de processadores da máquina virtual (Fig. 5.2.22) Fig. 5.2.22 – Processador Ao clicarmos no botão ADD (Fig. 5.2.16) pode-se adicionar mais dispositivos a nossa máquina virtual que são Hard Disk (disco rígido), DVD/CD-ROM Drive (drive de cd ou dvd), Floppy Drive (drive de disquete), Ethernet Adapter (placa de rede), Sound Adapter (placa de som), USB Controller (porta USB), Serial Port (porta serial), Parallel Port (porta paralela) e Generic SCSI Device (dispositivos SCSI) [Fig. 5.2.23]. Fig. 5.2.23 – Adicionar novos dispositivos Após termos configurado todos os dispositivos necessários que queremos utilizar na máquina virtual, basta clicar no nome dela em Inventory e depois em Power On para que a mesma comece a funcionar e de o BOOT (Fig 5.2.24) Fig. 5.2.24 – Tela de Boot Após carregar o BOOT o VMWare automaticamente ira procurar o drive de CD ou a imagem ISO que foi configurada para dar o BOOT inicial, e com isso poderemos fazer a instalação do sistema operacional e caso não tenha um drive no cd ou a imagem ISO a máquina virtual ira carregar o sistema operacional que tiver instalado no disco rígido virtual caso já o tenha sido instalado (Fig 5.2.25) Fig. 5.2.25 – Carregamento do Windows XP Para se criar uma maquina virtual no VirtualBox clique no botão NOVO (Fig 4.2.1) Fig. 4.2.1 – Tela Inicial do Virtual Box Após clicar em novo, aparecera o assistente de configuração do VirtualBox e basta clicar em próximo (Fig. 4.2.2) Fig 4.2.2 – Assistente de Criação da Máquina Virtual Em nome digite um nome para a sua maquina virtual e em Tipo de Sistema escolha o tipo de Sistema Operacional que irá ser instalado, depois clique em próximo (Fig 4.2.3) Fig. 4.2.3 – Nome da Máquina Virtual e Tipo de Sistema. Agora é a hora de colocar a quantidade de memória RAM para a máquina virtual, para isso basta digitar a quantidade que você deseja alocar e clicar em próximo (Fig. 4.2.4) Fig. 4.2.4 – Memória O próximo passo é criar um disco virtual onde será guardado os dados da maquina virtual, para isso clique no botão NOVO (Fig. 4.2.5) Fig. 4.2.5 – Disco Rígido Virtual Vamos agora criar um disco rígido virtual, para isso basta utilizar o assistente de criação de criação de discos rígidos virtuais clicando em próximo (Fig. 4.2.6) Fig. 4.2.6 – Assistente de Criação de Discos Rígidos Virtuais Ao criarmos o Disco Rígido Virtual temos duas opções para escolher a primeira delas é a IMAGEM DINAMICAMENTE EXPANSÍVEL, que faz com que o sistema aloque o espaço em disco gradualmente até o máximo configurado de acordo com a necessidade da máquina virtual e no caso da IMAGEM DE TAMANHO FIXO ela aloca todo o espaço que for configurado ocupando o espaço em disco, escolha a opção que mais lhe interessar e clique em próximo (Fig. 4.2.7) Fig. 4.2.7 – Tipo de Imagem de Disco Virtual Agora definiremos o nome da imagem do disco rígido virtual em NOME DO ARQUIVO DE IMAGEM e o seu tamanho em TAMANHO DA IMAGEM, após definir esses valores clique em próximo (Fig. 4.2.8), recomenda-se que se utilize um mínimo de 2,00GB para o disco rígido virtual. Fig. 4.2.8 – Localização do Disco Virtual e Tamanho No próximo passo confira o tipo da imagem que você escolheu, a localização e o tamanho da mesma e clique em finalizar.(Fig. 4.2.9) Fig. 4.2.9 – Sumário Após clicar em finalizar o VirtualBox começará a criar a imagem do disco virtual e aparecerá na caixa de seleção o disco criado(Fig. 4.2.10), verifique se a seleção esta correta e clique em próximo. Fig. 4.2.10 – Disco Rígido Virtual Após a criação do disco rígido virtual, clique em Finalizar (Fig. 4.2.11) para que o VirtualBox crie a sua máquina virtual. Fig. 4.2.11 – Sumário Para iniciar a máquina virtual criada, clique no nome da maquina virtual e depois em iniciar (Fig. 4.2.12) ou caso você queira alterar alguma configuração clique em Configurações. Fig. 4.2.12 – VirtualBox OSE. Ao clicar em configurações a guia Geral será carregada e nessa guia você poderá mudar o nome da sua maquina virtual, o tipo de sistema operacional, a quantidade de memória principal (RAM) e a quantidade de memória de vídeo (Fig. 4.2.13). Fig. 4.2.13 – Configurações: Geral Na guia Discos Rígidos você poderá alterar os discos rígidos virtuais criados e/ou adicionar outros discos rígidos (Fig. 4.2.14). Fig. 4.2.14 – Configurações: Discos Rígidos. Na guia CD/DVD-ROM podemos escolher a opção Montar Drive de CD/DVD, pois por padrão o VirtualBox não a monta automaticamente e ao montar o CD/DVD temos duas opções a serem escolhidas o Drive de CD/DVD ou então uma Imagem ISO que esteja salvo na máquina que o VirtualBox esta instalado (Fig. 4.2.15). Fig. 4.2.15 – Configurações: CD/DVD-ROM Na guia Disquete podemos escolher a opção de montagem de Disquete que pode ser um Drive Físico ou um Arquivo de Imagem (Fig. 4.2.16) Fig. 4.2.16 – Configurações: Disquete Na guia Áudio podemos habilitar o áudio para a máquina virtual criada, bastando para isso clicar apenas em Habilitar Audio (Fig 4.2.17). Fig. 4.2.17 – Configurações: Audio Na guia Rede podemos escolher o tipo da placa de rede, o tipo de conexão, o nome da rede e o endereço MAC (Fig. 4.2.18). Fig. 4.2.18 – Configurações: Rede. Na guia Portas Seriais podemos habilitar as portas seriais para a máquina virtual bastando clicar em Habilitar Porta Serial e escolher o numero da porta, irq, endereço de I/O, nome da porta e o caminho (Fig.4.2.19). Fig. 4.2.19 – Configurações: Portas Seriais. Após mudar as configurações que forem necessário clique no botão OK para as mesmas serem aplicadas e posteriormente clique em Iniciar para rodar a sua máquina virtual. (Fig 4.2.12). Irá aparecer uma mensagem de aviso (Fig. 4.2.20) e basta clicar em OK para iniciar a máquina virtual, caso tenha sido configurado um drive de CD/DVD ou uma imagem ISO, a máquina virtual ira inicializar através desse dispositivo primeiramente, para depois acessar o disco rígido virtual. Fig 4.2.20 – Mensagem de Aviso Após subir a maquina virtual temos a opção de instalar um Sistema Operacional ou utilizar um que já tenha sido instalado anteriormente (Fig. 4.2.21) Fig.4.2.21 – Carregamento do Windows XP Para a instalação do VMWare Server foi utilizado a versão 1.0.6 e o Ubuntu 8.10, é necessário o acesso a Internet para fazer o download dos pacotes e do instalador do VMWare e o tempo de instalação é de cerca de duas a três horas para usuários de banda larga. Antes de começar a instalação verifique se o Ubuntu está atualizado com as últimas versões dos pacotes instalados, para isso entre no TERMINAL e digite: 1) sudo apt-get update (para atualizar a listagem de pacotes do repositório) 2) sudo apt-get upgrade (para atualizar os pacotes que estão atualmente instalados no sistema) Faça o download do VMWare Server versão 1.0.6 e também do update versão 2.6.27, para isso acesse o TERMINAL e digite os seguintes comandos: 3 ) mkdir vmware (para criar uma pasta chamada vmware onde irá ser salvo os arquivos para instalação) 4) cd vmware (para mudar o diretório atual para o diretório vmware) 5) wget -c http://zuqueto.com/vmware/VMware-server-1.0.6-91891.tar.gz ou wget -c http://download3.vmware.com/software/vmserver/VMware-server-1.0.6-91891.tar.gz (para fazer o download do VMWare Server versão 1.0.6) 6) wget –c http://zuqueto.com/vmware/vmware-update-2.6.27-5.5.7-2.tar.gz ou wget –c http://www.insecure.ws/warehouse/vmware-update-2.6.27-5.5.7-2.tar.gz (para fazer o download do VMWare Server update 2.6.27) Instale os seguintes pacotes build-essential, Linux-kernel-headers e xinetd que são necessários para que o instalador do VMWare Server faça a compilação e instalação do mesmo, para isso entre no TERMINAL e digite: 7) sudo aptitude install build-essential linux-kernel-headers xinetd (para fazer a instalação dos pacotes é necessário ter privilégios de root ou utilizar o comando sudo, talvez seja necessária a digitação da senha do usuário)
Agora descompacte o VMWare Server e o VMWare Server update utilizando os seguintes commandos: 8) tar xf vmware-update-2.6.27-5.5.7-2.tar.gz 9) tar xf VMware-server-1.0.6-91891.tar.gz Após termos descompactado o VMWare Server e o VMWare Server update vamos começar a fazer a instalação do mesmo para isso no terminal digite: 10) cd vmware-server-distrib (para mudar do diretório vmware para o diretório vmware/vmware-server-distrib) 11) sudo ./ vmware-install.pl (para fazer a instalação do VMWare Server, nesse passo tecle [ENTER] ou responda YES para todas as perguntas que forem feitas) Durante o processo de instalação do VMWare Server, talvez ocorra um erro, se ocorrer ignore-o e passe para o próximo passo que é a instalação do VMWare Server Update, para isso no TERMINAL digite 12) cd ../vmware-update*/ (para mudar do atual diretório vmware/vmware-server-distrib para o diretório vmware/vmware-update-2.6.27-5.5.7-2 onde esta localizado o VMWare Server Update) 13) sudo ./runme.pl (para fazer a instalação do update, nesse passo tecle [ENTER] ou digite YES para todas as perguntas que forem feitas) Ao chegar na mensagem “Please enter your 20-character serial number. Type XXXXX-XXXXX-XXXXX-XXXXX or 'Enter' to cancel: ” entre com um dos seriais abaixo no terminal: 14) 98TMH-YPP25-26137-4AHUR ou 908P1-YMP0H-2DJC7-4A00H ou 92TY5-YWQ80-2D092-4AH9E ou 90EP0-YMQ2N-26436-48M0X ou 90EMJ-YML2H-26H1L-40HRM ou 98DPN-YW220-26535-4J3TN ou 90XW4-YMQ05-2FH1N-4L3V9 ou 92EPH-YYP2M-2459L-48M94 ou 9AXP5-YWL21-24510-4T6U4 ou 9ARYH-YW32M-261CJ-4LPRE
E assim temos o VMWare Server instalado na máquina com o Ubuntu versão 8.10 e para utiliza-lo basta chama-lo no TERMINAL com o seguinte comando: 15) vmware Para a instalação do Virtual Box foi utilizado a última versão disponível nos repositórios do Ubuntu e o sistema operacional Ubuntu 8.10, é necessário o acesso a Internet para fazer o download dos pacotes e o tempo de instalação é de cerca de uma a duas horas para usuários de banda larga. Antes de começar a instalação verifique se o Ubuntu está atualizado com as últimas versões dos pacotes instalados no sistema, para isso entre no TERMINAL e digite: 1) sudo apt-get update (para atualizar a listagem de pacotes do repositório) 2) sudo apt-get upgrade (para atualizar os pacotes que estão atualmente instalados no sistema) Após ter atualizado os pacotes do sistema vamos fazer a instalação do Virtual Box na máquina, para isso entre no TERMINAL e digite: 3) sudo apt-get install virtual-box (com esse comando o computador irá acessar a Internet e baixar a ultima versão do Virtual Box e instalá-la) Após a conclusão da instalação, no TERMINAL digite o comando abaixo para chamar o Virtual Box 4) virtualbox (chama o Virtual Box e utilizá-lo) Por: Deivid Vilella – Fatec Carapicuiba Antes da instalação do Xen deve-se suprir as dependências do sistema. root@vilela:~# apt-get install iproute bridge-utils python-twisted gcc binutils make zlib1g-dev python-dev transfig bzip2 libcurl4-openssl-dev libncurses5-dev x-dev libsdl1.2-dev bin86 bcc python-pam patch latex-make qemu qemu-launcher qemuctl graphviz graphviz-dev lvm2 libvncserver-dev libjpeg62-dev libjpeg62 gettext python-xml tetex-extra tetex-base openssl libssl-dev mercurial libc6-dev libpci-dev libgcrypt11-dev texi2html texinfo No caso do ubuntu 8.04 e 8.10 use o gcc-3.4 para compilar pois com o gcc-4.3 a compilação do kernel do xen dará erro. root@vilela:~# apt-get install gcc-3.4 root@vilela:~# export CC=/usr/bin/gcc-3.4 root@vilela:~# rm /usr/bin/gcc root@vilela:~#ln –s /usr/bin/gcc-3.4 /usr/bin/gcc O kernel no ubuntu também é necessário instalar o gawk apt-get install gawk rm /usr/bin/awk ln –s /usr/Bin/gawk /usr/Bin/awk Feito isso temos um ambiente preparado para a instalação do xen. Faça o download do código fonte no site oficial. wget http://bits.xensource.com/oss-xen/release/3.3.0/xen-3.3.0.tar.gz tar zxvf xen-3.3.0.tar.gz cd /usr/src/xen-3.3.0 make world Durante o make world bastante coisa acontece: O código é preparado para instalação. O xen faz o download do kernel para virtualização, parametriza o kernel novo confrontando com a configuração do kernel atual. Compila o novo kernel instala e configura a imagem no grub.Sendo assim é primordial que todo o processo seja efetuado com o sistema conectado na internet. Após a preparação com make world digite make install. Para concluir o processo deve-se gerar o arquivo initrd.img-2.6.18.8-xen com os comandos: depmod 2.6.18.8-xen mkinitramfs -o /boot/initrd.img-2.6.18.8-xen 2.6.18.8-xen Nesta etapa é recomendável que o operador tenha conhecimento suficiente sobre o hardware para entender a necessidade de incluir módulos adicionais na criação do initrd (em nosso ambiente de testes foi necessário informar os drivers de disco e rede sata_nv e forcedeth). Com a instalação e configuração adequada do xen o sistema está pronto para uso de virtualização. Kernel: Este documento não contempla explicações sobre compilação de kernel, entretanto deve-se observar alguns detalhes na customização do mesmo: O recurso SLAB deve ser ativado: General setup ---> Choose SLAB allocator (SLUB (Unqueued Allocator)) ---> (X) SLAB Altere a opção de arquitetura de processador para Xen: Processor type and features ---> Subarchitecture Type (PC-compatible) ---> (X) Enable Xen compatible kernel Habilitar o recurso PCI Frontend no xen: Bus options (PCI etc.) ---> [*] PCI support [*] Xen PCI Frontend [ ] Xen PCI Frontend Debugging (NEW) O modulo de Bridge deve ser ativado com * Networking support ---> Networking options ---> <*> 802.1d Ethernet Bridging Até a versão atual o xen não oferecia suporte para redes 10Gb por isso recomendamos que seja desativado no kernel pois pode causar erros na compilaçã/funcionamento do xen. Device Drivers ---> [*] Network device support ---> [ ] Ethernet (10000 Mbit) ---> No menu xen tenha certeza de manter opções idênticas com as listadas abaixo: Device Drivers ---> XEN ---> [*] Privileged Guest (domain 0) <*> Backend driver support (NEW) <*> Block-device backend driver (NEW) <*> Block-device tap backend driver (NEW) <*> Network-device backend driver (NEW) (8) Maximum simultaneous transmit requests (as a power of 2) (NEW) [ ] Pipelined transmitter (DANGEROUS) (NEW) < > Network-device loopback driver (NEW) <*> PCI-device backend driver (NEW) PCI Backend Mode (Virtual PCI) ---> [ ] PCI Backend Debugging (NEW) < > TPM-device backend driver (NEW) <M> SCSI backend driver (NEW) <M> Block-device frontend driver <M> Network-device frontend driver <M> Network-device frontend driver acceleration for Solarflare NICs (NEW) <M> SCSI frontend driver (NEW) <*> User-space granted page access driver (NEW) <*> Framebuffer-device frontend driver (NEW) <*> Keyboard-device frontend driver (NEW) [*] Disable serial port drivers (NEW) <*> Export Xen attributes in sysfs (NEW) (256) Number of guest devices (NEW) Xen version compatibility (3.0.4 and later) ---> Para quem já teve a infelicidade de ligar o computador e aparecer a seguinte mensagem Falta NTLDR pressione CTRL+ALT+DEL para reiniciar o computador segue abaixo dois passos simples de como se resolver esse problema:- De o boot no PC com o CD do WINDOWS XP- Entre no console de Recuperação apertando a letra R e digite os seguintes comandos:copy x:i386 tldr y: tldrcopy x:i386 tdetect.com y: tdetect.comonde x: é a unidade de cd-rom do micro e y: é a unidade onde está instalado o windows xp.Para quem deseja implantar ou já implantou o OComon como ferramenta de Abertura de Chamados, estou liberando aqui um manual que eu fiz para ser entregue aos usuários do sistema, para poder facilitar a utilização desta ferramenta. Para download clique aqui. É essa semana tive um problema com dois computadores aqui no serviço que o mesmo não queria nem com reza brava fazer a atualização pelo windows update, daí procurando pela net descobri o programa Dial-a-fix que é uma coleção de correções que foi compilada nos últimos anos para corrigir vários problemas sérios do Passo a passo de como instalar o Scotty em Sistemas Windows utilizando banco de dados em MySQL. Requisitos necessários: conhecimentos em configuração do APACHE, em MySql ou utilização do PhpMyAdmin. 1º Passo: Fazer o download do Xampp versão 1.6.8 ou superior e instalar 2º Passo: Fazer o download do Miolo para Windows v.1.0 e instalar Obs.: o instalador do Miolo é apenas um descompactador automatizado pois não instala nada na realidade 3º Passo: Copiar o conteúdo de x:mioloapache_suggestion.txt para dentro do arquivo x:xamppapacheconfhttpd.conf. Onde se Le x: é a unidade onde foi instalado o miolo e o Xampp. 4º Passo: Usando o phpmyadmin que pode ser acessado pelo navegador em HTTP://localhost/phpmyadmin criar uma base de dados com o nome bis e importar o arquivo x:miolomodulescommonsqlis-mysql.sql 5º Passo: Abrir o arquivo x:mioloetcmiolo.conf e alterar as seguintes linhas para $MIOLOCONF['DB']['bis']['system'] = 'mysql' //o tipo do banco de dados $MIOLOCONF['DB']['bis']['user'] = 'root' //o nome de usuário do banco de dados $MIOLOCONF['DB']['bis']['password'] = '' //a senha do usuário do banco de dados Obs.: como o Bloco de Notas não visualiza o arquivo .conf corretamente com as quebras de linhas recomenda-se utilizar o NotePad++ ou então o EDIT do MS-DOS, para utilizar o Edit basta ir no prompt de comando e digitar Edit [caminho do arquivo.ext] ou também pode ser utilizado o Dev-C++ 6º Passo: Fazer o download do Scotty e descompacta-lo em x:miolomodules e também em x:miolohtml. Obs.: por o scotty vir numa extensão do tipo bz2 será necessário fazer o download e instalação do 7-ZIP para a descompactação do mesmo e a pasta HTML, incluindo arquivos e subdiretórios tem que estar com permissão de escrita e gravação 7º Passo: pelo phpmyadmin criar um banco de dados nomeado scotty e importar o arquivo x:miolomodulesscottysqlmysqlscotty.sql 8º Passo: criar em x:mioloetc o arquivo scotty.conf com os seguintes dados <?php global $MIOLOCONF; // TUTORIAL DB Config $MIOLOCONF['DB']['tutorial']['system'] = 'mysql'; //tipo do banco de dados $MIOLOCONF['DB']['tutorial']['host'] = '127.0.0.1'; //endereço do banco de dados $MIOLOCONF['DB']['tutorial']['name'] = 'scotty'; //nome do banco de dados $MIOLOCONF['DB']['tutorial']['user'] = 'root'; //usuário do banco de dados $MIOLOCONF['DB']['tutorial']['password'] = ''; //senha do banco de dados ?> 9º Passo: Inserir no arquivo menu.inc que se localiza em x:miolomodules a seguinte linha $menu->AddOption('Chamados','scotty','main'); 10º Passo: Pelo phpmyadmin no Banco de Dados Bis ir na tabela user e criar o usuário scotty 11º Passo: pelo phpmyadmin no Banco de Dados Bis ir na tabela Access e criar o acesso para o usuário scotty no modulo scotty com as seguintes permissões: acesso, miolo, adicionar, alterar, processar 12º Passo: no miolo criar o modulo scotty dando permissão para acesso, admin, scotty, miolo 13º Passo: copiar a pasta theme que esta em x:miolohtmlscotty e colar em x:miolohtml hemes e renomear a mesma para scotty 14º Passo: instalar um smtp Server para que o scotty possa encaminhar os emails de chamado 15º Passo: acessar o scotty e usufruir do mesmo. Obs: para se traduzir o scotty para português será necessário o download do gettext e dar o seguinte comando pelo prompt de comando msgfmt -o scotty.mo /usr/local/miolo/modules/scotty/pt_BR.po de dentro da pasta x:miololocalept_BRLC_MESSAGES Para isso, veja como instalar o aplicativo gmailfs no UbuntuSe você ainda não descobriu o que fazer com tanto espaço no gmail, saiba que com o gmailfs você pode mapear uma conta em um diretório local e utilizá-la como uma área de backup de arquivos. Trata-se de um recurso muito útil para o backup de fotos.Para enviar um arquivo para o Gmail, basta copiá-lo no diretório mapeado. O gmailfs faz uma modificação no nome do arquivo (cria um hash para substituir o nome) e o transfere como anexo para a conta do Gmail. Mas se você listar o conteúdo, ele vai aparecer com o nome correto. O único senão é que os comandos no diretório mapeado ficam mais lentos. Veja como instalar: Comando para instalar tudo no Ubuntu 8.04 (Hardy Heron):sudo apt-get install fuse-python gmailfs fuse-utils gvfs-fuse libfuse2Comando para montar um email com sistema de arquivos em um diretório qualquermount -t gmailfs /usr/share/pycentral/gmailfs/site-packages/gmailfs.py /mnt -o username=usuario,password=senhaPara fazer upload:cp /path/arquivo /mnt |